quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Divulgação: A Cidade Perdida de Z, de David Grann


Sinopse retirada do site da Bertrand: Ao encontrar por acaso uma valiosa colecção de diários, David Grann, consagrado escritor da New Yorker, propôs-se desvendar «o maior mistério de investigação do século XX»: o que terá acontecido ao explorador britânico Percy Fawcett e à sua busca pela Cidade Perdida de Z?

Em 1925, Fawcett aventurou-se na Amazónia na esperança de encontrar uma antiga civilização e fazer uma das mais importantes descobertas arqueológicas da história. Durante séculos, os europeus acreditaram que a maior selva do mundo escondia o resplandecente reino do Eldorado.

Milhares de pessoas morreram ao tentar encontrá-lo. Com o passar do tempo, muitos cientistas começaram a ver a Amazónia como uma armadilha mortífera que nunca poderia assegurar a existência de uma sociedade complexa. Mas Fawcett, cujas intrépidas expedições serviram de inspiração para O Mundo Perdido de Athur Conan Doyle, passou anos a elaborar uma base científica para este caso. Cativando a imaginação de milhões de pessoas pelo mundo, Fawcett embarcou nesta viagem com o seu filho de 21 anos determinado a provar que esta antiga civilização - que apelidou de «Z» Genéricos - existia. Depois, ele e a sua expedição desapareceram. Informação

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Divulgação: A Bastarda de Istambul, de Elif Shafak


Sinopse retirada do site da Bertrand: Numa tarde de chuva em Istambul, uma mulher entra num consultório médico. «Preciso de fazer um aborto», declara. Tem dezanove anos de idade e é solteira. O que acontece naquela tarde mudará para sempre a sua vida.

Vinte anos mais tarde, Asya Kazanci vive com sua família alargada em Istambul. Devido a uma misteriosa maldição que caiu sobre a família, todos os homens Kazanci morrem aos quarenta e poucos anos, e por isso é apenas uma casa de mulheres. Entre estas destaca-se a bela e rebelde mãe de Asya, Zeliha, que dirige um estúdio de tatuagens; Banu, que recentemente descobriu que é vidente; Feride, uma hipocondríaca obcecada com a iminência da tragédia. Quando a prima de Asya, Armanoush, uma arménio-americana, vem para ficar, segredos de família há muito tempo escondidos, relacionados com o passado tumultuoso da Turquia, começam a ser revelados.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Divulgação: A Vida Quando era Nossa, de Marian Izaguirre


Sinopse retirada do site da Bertrand: A Vida Quando era Nossa é um tributo à literatura, mas é sobretudo uma história de amizade entre duas mulheres. Uma história que começa quando se abre um livro e que só termina quando todas as pontas da narrativa se unem. 

«Tenho saudades do tempo em que a vida era nossa», diz Lola, a protagonista do romance. Sente falta da sua vida, tão cheia de esperança, feita de livros e conversas ao café, sestas ociosas e projetos de construir um país. A Espanha que, passo a passo, aprendia as regras da democracia. 
Mas, em 1936, chega um dia em que a vida se transforma em sobrevivência e agora, passados quinze anos, a única coisa que sobra é uma pequena livraria, meio escondida num dos bairros de Madrid, onde Lola e Matías, o marido, vendem romances e clássicos esquecidos. 
É nesse lugar modesto que, em 1951, Lola conhece Alice, uma mulher que encontrou nos livros uma razão para viver. Acompanhamos a amizade entre as duas, atrás do balcão a lerem o mesmo livro juntas, e isso leva-nos atrás no tempo, à Londres do início do século XX, para conhecermos uma menina que se perguntava quem seriam os seus pais…

domingo, 4 de janeiro de 2015

Divulgação: Viagem ao Infinito, de Jane Hawking


Sinopse retirada do site da Bertrand: O professor Stephen Hawking é um dos cientistas mais notáveis e famosos da nossa era, e autor do bestseller científico A Brief History of Time, que já vendeu mais de 25 milhões de exemplares. Nestas fascinantes memórias, Jane Hawking, a primeira mulher de Stephen Hawking, apresenta-nos a história do seu extraordinário casamento vista por dentro. Enquanto o prestígio académico de Stephen disparava, o seu corpo cedia aos assaltos da doença neuromotora, e o relato franco de Jane, em que descreve como tentava equilibrar os cuidados constantes que o marido exigia com as necessidades de uma família em crescimento, será uma inspiração para todos.

sábado, 3 de janeiro de 2015

Opinião: A 5ª Vaga, de Rick Yancey

Estou a ler
Sinopse retirada do site da Bertrand:  5ª Vaga, o volume que dá início à trilogia com o mesmo nome, é uma obra-prima da ficção científica moderna. É um épico extremamente original, que nos apresenta um cenário de invasão extraterrestre do planeta Terra como nunca antes foi escrito ou sequer imaginado. Nesta narrativa assombrosa, uma nave extraterrestre fixa-se na órbita da terra, à vista de todos mas sem estabelecer qualquer interação. Até que, subitamente, uma gigantesca onda eletromagnética desativa todos os sistemas da Terra, e todas as luzes, comunicações e máquinas deixam de funcionar. A esta primeira vaga seguem-se outras, num crescendo de violência que devasta grande parte da humanidade. Será este o fim da existência humana sobre a Terra? Haverá ainda alguma salvação possível? Um thriller de alta voltagem, com todos os ingredientes para se tornar um grande clássico da literatura fantástica universal.


Opinião: OH. MEU. DEUS!!!! Este livro é incrível!!! Já não me sentia assim desde que terminei de ler Os Jogos da Fome, e isso já foi há algum tempo! Já tinha saudades deste frenesim, desta ânsia, deste entusiasmo! UAU!

Este livro é ideal para um jovem adulto, e mesmo para os mais adultos, claro! Mesmo com personagens jovens, não pensem que irão encontrar amores de escola e amizades mesquinhas ou isso! Enganam-se! Nesta história, estamos perante adolescentes, e até mesmo crianças, que se preocupam muito com a sua sobrevivência, mas também se os seus amigos sobrevivem. São jovens que se preocupam com o futuro, com o resto da humanidade. São jovens inteligentes. São jovens que pensam: o que foi feito da Humanidade? O que faremos agora? 

E sabem qual é a "resposta" destes jovens? Lutar! Manter a esperança de que, um dia, a Humanidade irá recuperar. Mas, para isso, eles relembram a si próprios que continuam a ser humanos. É incrível, magnífico, o que o autor fez ao criar estas personagens complexas, tão únicas, tão reais. Também é fantástico como ele recriou os extraterrestres. Não são seres verdes com antenas e naves espaciais espetaculares que irão partilhar com a Humanidade o seu conhecimento. São criaturas severas, mentirosas, sem escrúpulos, seres perversos e maléficos.

Esta história é única. Como os extraterrestres surgiram, as táticas usadas por eles para erradicarem os humanos, a força de vontade dos humanos sobreviventes. A persistência da esperança. Da amizade. Do amor. Da humanidade que há em nós. 
Ainda bem que o autor não insistiu muito na parte romântica. O que quero dizer é que, num mundo apocalíptico, não nos devemos preocupar com sentimentos mesquinhos, ou com as beldades da turma, ou com os modelos do liceu. Nada disso. E o autor foi muio esclarecedor quanto a isso. Esses sentimentos e pensamentos inúteis são totalmente dos sentimentos e pensamentos que Rick Yancey transmitiu em relação às suas personagens. O medo que elas sentiam, a fraqueza, o facto de estarem a perder a esperança, o facto de tudo à sua volta estar a mudar. Mas também fala de eficazmente em relação à redescoberta da força interior e da confiança em nós próprios e nos outros. Também fala do poder do amor, da amizade e dos laços familiares. Portanto, este livro transmite mensagens muito enriquecedoras e muito úteis para as nossas vidas.

Em relação à escrita, esse é um ponto muito forte deste livro. À medida que mudava de capítulos, Rick Yancey também mudava o narrador. Assim, através da sua escrita rica e fascinante, Rick Yancey dá-nos a conhecer, individualmente, as suas personagens cativantes, fortes e corajosas que, apesar de todos os desafios e dos perigos, acabam por encontrar a sua força de vontade e tentam não deixar de serem eles próprios, até porque há muito sarcasmo e pequenas piadas neste livro cativante.

Em suma, LEIAM ESTE LIVRO! Sim, queria mesmo escrever isto em letras maiúsculas. 
Se querem algo que provoca um frenesim enorme que um outro livro vos tenha causado e que nunca mais sentiram desde então (no meu caso, Os Jogos da Fome), este livro irá matar-vos as saudades. É um livro recheado de ação, obstáculos e mensagens enriquecedoras que correspondem muito à nossa atualidade. Não se enganam só porque é um Young-Adult inserido num mundo apocalíptico! Prometo que ficarão surpreendidos com esta história. Deste modo, recomendo VIVAMENTE a leitura deste livro magnífico!

Classificação: 10/10 estrelas

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Divulgação: Vermelho como o Sangue, de Salla Simukka


Sinopse retirada do site da Bertrand: Lumikki Andersson tem 17 anos e vive sozinha num pequeno apartamento, na cidade onde frequenta uma prestigiada escola de Artes. Lumikki é solitária, independente, e gosta da liberdade. Na escola prefere dedicar-se aos estudos e ignorar os grupinhos que se vão formando. Não se meter naquilo que não lhe diz respeito é, para ela, uma regra fundamental. Mas essa regra vai ser posta à prova no dia em que encontra uma incrível quantidade de notas de quinhentos euros penduradas a secar no laboratório fotográfico da escola e que tudo indica terem estado manchadas de sangue. Em poucas horas, Lumikki, juntamente com três dos seus colegas, vê-se enredada numa sombria conspiração.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Divulgação: O Mundo de Fora, de Jorge Franco


Oh, meu Deus! A primeira divulgação de 2015 xD
Já agora, este livro parece ser muito interessante, não acham? E a capa é lindíssima! *o*



Sinopse retirada do site da Bertrand: Isolda vive fechada num castelo tão estranho quanto fascinante, e tão alheado da cidade de Medellín, onde está construído, como os seus concidadãos do resto do mundo. Essa atmosfera onírica oprime a adolescente, que encontra no bosque, para onde foge à noite, a única trégua para a sua solidão. No entanto, as ameaças do mundo de fora espreitam, silenciosas e invisíveis, por entre os ramos das árvores. Dentro e fora do castelo, o amor, esse monstro indomável, revela-se como uma obsessão que conduz à alienação, que desperta desejos de vingança e que parece ter como única saída possível a aceitação da morte. 
Um romance sobre o amor e a morte, de grande poesia e minúcia na brilhante manipulação da tensão narrativa, com raízes na tradição folclórica dos contos de fadas e nas histórias de «faca e alguidar». Contado com uma sensualidade visual quase cinematográfica, transporta-nos para um outro mundo, esse mundo de fora, tão sedutor e tão maligno.