quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Compras!

A Universidade deixa-me sem energia para investir no blogue, mas há sempre vontade em investir em novos livros! Enquanto não publiquei nada aqui, comprei 4 livros e ainda estou à espera de uma encomenda. Vou, então, falar sobre os livros comprados.


O primeiro adquirido foi escrito por Neil Gaiman, Mitologia Nórdica. Eu sempre pensei que compraria um livro dele, mas em inglês. No entanto, vi este à venda no supermercado Continente e, enfim, decidi comprá-lo, usando o cartão Continente.
Já agora, a minha nova tática para adquirir mais livros é o uso do Cartão Continente. Fiz um só para mim para poder comprar livros. Acumulo dinheiro através das compras dos meus pais. A minha mãe é que já não gosta muito da ideia, mas antes assim do que gastar do seu dinheiro para comprar livros para mim 😂



Sinopse retirada do site da Bertrand:
As lendas nórdicas sempre tiveram uma forte influência no universo de Neil Gaiman. Neste novo livro, o multipremiado autor regressou às suas fontes para criar quinze contos relacionados com a grande saga dos deuses escandinavos, que inspiraram a sua obra-prima Deuses Americanos. 

Da génese do mundo ao crepúsculo dos deuses e à era dos homens, eles readquirem vida: Odin, o mais poderoso dos deuses, sábio, corajoso e astuto; Thor, seu filho, incrivelmente forte mas turbulento; Loki, filho de um gigante e irmão de Odin, ardiloso e manipulador... Orgulhosas, impulsivas e arrebatadoras, estas divindades míticas transmitem-nos a sua apaixonante - e muito humana - história.










Outro livro que comprei com o cartão foi a nova edição portuguesa de A Bibliotecária de Auschwitz, de Antonio G. Iturbe. Até agora, só li opiniões positivas acerca deste livro e, portanto, já estava na minha lista há algum tempo. Além disso, gosto de ler livros relacionados com a Segunda Guerra Mundial.



Sinopse retirada do site da Bertrand: 

Uma Edição Especial com uma nova imagem e um formato inédito, que combina a capa dura, com uma sobrecapa em acetato transparente, a cores.
Com base no testemunho da jovem bibliotecária checa do Bloco 31, este livro conta a história inacreditável, mas verídica, de uma jovem que arriscou a vida para manter viva a magia dos livros ao esconder dos nazis durante anos a sua pequena biblioteca, de apenas 8 volumes, no campo de extermínio de Auschwitz.








A última compra pelo cartão foi precisamente ontem. Vi O Fabricante de Bonecas de Cracóvia, de R. M. Romero e peguei logo nele. Pelos vistos, é um livro recomendado para quem gostou d'A Rapariga que Roubava Livros. Gostei muito desse livro e li muitas opiniões positivas sobre o livro de Romero, por isso, comprei-o.

Sinopse retirada do site da Bertrand:

UMA ALUSÃO A ACONTECIMENTOS REAIS OCORRIDOS NA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL

Há guerra.

Há dor.

Mas há magia e há esperança.

Cracóvia, Polónia, 1939.

Por magia, uma boneca chamada Karolina adquire vida numa loja de brinquedos e torna -se amiga do amável e discreto fabricante de bonecas, que é também o proprietário da loja.
Quando a ocupação nazi se abate sobre a cidade, Karolina e o Fabricante de Bonecas têm de recorrer à magia para salvar, custe o que custar, os seus amigos judeus dos perigos iminentes que pairam sobre eles.
Reunindo uma atmosfera de magia, história, tradições e cultura local, esta impressionante narrativa fala -nos sobre como encontrar esperança e amizade nos lugares mais tenebrosos.









E aqui está a última compra na Bertrand nestes últimos tempos. Quero mais livros de poemas na estante e, como aprecio muito a poesia de Sophia, decidi comprar Musa- O Búzio de Cós e Outros Poemas.


Sinopse retirada do site da Bertrand: 

«"Musa e O Búzio de Cós e outros Poemas", os dois últimos livros de poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen, publicados na década de 90, formam uma unidade de duas faces e constituem um fecho, um ponto de chegada que funciona como uma espécie de coda. A junção dos dois livros na presente edição abre uma perspectiva de leitura da fase final da obra da poeta e activa, naturalmente, um impulso interpretative que nos leva a focar a obra na sua globalidade. […] Aqui, com variações, os temas e os motivos de sempre: a exaltação do esplendor do mundo, a praia atlântica, o sul, a Grécia, a denúncia do que é fácil e falso, a escrita do poema, a forte afirmação vital, a fidelidade à palavra, a crença absoluta na poesia…»

Carlos Mendes de Sousa, no Prefácio a esta edição 

NO MEU PAÍS 

As pequenas cidades intensas
Onde o tempo não é dissolvido mas dura
E cada instante ressoa nas paredes da esquina
E o rosto loiro de Laura aflora na janela desencontrada
E o apaixonado de testa obstinada como a de um toiro
Em vão a procura onde ela nunca está
— É aqui que ao passarmos a nossa garganta se aperta
Enquanto um homem alto e magro
Baixando a direito o chapéu largo e escuro
De cima a baixo se descobre
Ao transpor o limiar sagrado da casa



E vocês? Têm comprado muitos livros?



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