terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Novo habitante da estante!

Fevereiro, tal como janeiro, tem sido um mês péssimo para leituras. Talvez porque o segundo semestre começou há uma semana e acabo por não ter paciência para ler as leituras obrigatórias para certas aulas. Ainda assim, vou ver se leio esta semana, uma vez que já estou a habituar-me novamente ao ritmo universitário.
Apesar disso, comprei um livro na passada quinta-feira. Desta vez, adquiri um romance focado numa figura  muito importante da História da China, a Imperatriz Wu Wei.



Sinopse retirada do site da Bertrand: 

No palácio da China imperial, uma concubina aprende rapidamente as várias técnicas para conquistar o coração do imperador, o Único acima de Todos: pintar a cara de branco, desenhar um sinal de beleza, fazer penteados elaborados… Mei é convocada aos 13 anos para a corte do palácio na China imperial, uma honra que resgatará a sua família, outrora nobre e influente, da miséria. 

Porém, ela rapidamente descobre que para se aproximar do imperador e conquistar o seu coração terá de ultrapassar obstáculos perigosos. Como desconhece a arte da sedução, no dia do aniversário do imperador, Mei oferece-lhe um presente singular: uma adivinha. Porém, quando lhe parecia que estava em posição de seduzir o homem mais poderoso da China, Mei apaixona-se por Faisão, o filho mais novo do imperador. Contudo, uma tentativa de assassinato ao imperador provoca uma luta terrível pelo poder na corte imperial. E Mei terá de se servir das suas excelentes capacidades de inteligência, sabedoria e engenho para escapar e salvar o amor da sua vida. 

Baseando-se em factos reais, Weina Dei Randel pinta de forma notável o quadro da China antiga, em particular da corte imperial, em que o amor, a ambição, a intriga e os jogos de poder podem determinar a vida ou a morte.




Ao pesquisar um pouco sobre o livro de Weina Dai Randel, descobri que há um romance que o sucede, The Empress of Bright Moon. Não sei porque é que a edição portuguesa do primeiro livro tem o título do segundo. A tradução portuguesa do primeiro título seria A Lua no Palácio (The Moon in the Palace). Talvez porque o título do segundo livro seja mais apelativo.
Vamos ver se este livro é bom. Se for, espero que a Editorial Presença publique o segundo rapidamente. Por enquanto, só posso ler os romances recomendados pelos professores universitários, ou seja, não sei quando poderei ler as novas aquisições.


E vocês? Compraram algum livro nos últimos dias?



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