quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Lançamentos de janeiro

Pretendo, a partir de agora, escrever uma publicação onde irei dar a conhecer alguns lançamentos literários de cada mês do ano.
Para janeiro, aqui estão 3 livros que me deixaram curiosa:



Sinopse retirada do site da Bertrand:

A infâmia é um veneno que nos corre no sangue…
É o preço a pagar por sermos Bórgias.

C. W. Gortner revela-nos a história fascinante de uma das mais poderosas famílias do Renascimento, que dominou a política e a sociedade da época. Movidos por uma sede desenfreada de poder, os Bórgias cometeram os pecados mais cruéis, tornando-se sinónimo de intriga, perfídia e delito.

Com a controversa eleição de Rodrigo Bórgia como papa Alexandre VI, os Bórgias alcançam uma posição privilegiada na corte papal, dando início a uma nova era na cidade eterna. Mas Roma acaba por revelar-se tão encantadora quanto perigosa.

Perante a ameaça de uma invasão francesa, Rodrigo, pai da jovem e inocente Lucrécia, é obrigado a casá-la com um adversário poderoso, tornando-a um mero peão num perigoso jogo de poder. Contudo, quando as acusações escandalosas de assassinato e incesto de que Lucrécia é alvo ameaçam aqueles que ama, somente a sua astúcia e inteligência a poderão salvar.

Conseguirá a jovem princesa fugir ao destino fatal que lhe foi imposto à nascença pelo seu sangue Bórgia?



Gosto de História, mas só li, talvez, uma meia dúzia de romances históricos, até agora. Quero ler este, uma vez que a família Bórgia é uma das mais fascinantes de todos os tempos. Eu comecei a ver a série televisiva The Borgias no ano passado, mas não me foi possível terminá-la. Ainda assim, uma das figuras que mais me cativou foi Lucrécia. Por isso, quero ler este romance de Gortner.
Lucrécia Bórgia- A Princesa do Vaticano (no original, The Vatican Princess) estará disponível no mercado português a partir do dia 23 de janeiro.







  
Sinopse retirada do site da Bertrand:


CYRA é a irmã do tirano cruel que governa o povo de Shotet. O dom-corrente de Cyra confere-lhe dor e poder, que o irmão explora, usando-a para torturar os seus inimigos. Mas Cyra é muito mais do que uma arma nas mãos do irmão; é resistente, veloz e mais inteligente do que ele pensa.

AKOS é filho de um agricultor e do oráculo de Thuvhe, a nação-planeta mais gelada. Protegido por um dom-corrente invulgar, Akos possui um espírito generoso e a lealdade que dedica à família é infinita. Após a captura de Akos e do irmão, por soldados Shotet inimigos, Akos tenta desesperadamente libertar o irmão, com vida, custe o que custar. Então, Akos é empurrado para o mundo de Cyra, onde a inimizade entre ambas as nações e famílias aparenta ser incontornável. Ajudar-se-ão mutuamente a sobreviver ou optarão por se destruir um ao outro?

Da autoria de Veronica Roth, Gravar as Marcas é um retrato deslumbrante do poder da amizade e do amor, numa galáxia repleta de dons inusitados.



Este livro deixou-me curiosa, pois já li a trilogia da autora, Divergente, e gostei muito. Agora, Roth decidiu escrever uma duologia que ocorre no espaço. A escritora, já muito antes da publicação do novo trabalho, disse que Star Wars foi uma fonte de inspiração ao longo do processo.
Gravar as Marcas foi lançado simultaneamente, em 33 línguas, no dia 17 de janeiro. A editora portuguesa responsável pela compra dos direitos deste livro foi HarperCollins Ibérica.









Sinopse retirada do site da Bertrand:



Entre estas "calculadoras" havia um pequeno grupo excecional de mulheres afro-americanas, especialmente talentosas. Faziam parte das mentes mais brilhantes da sua geração. Mulheres que tinham sido relegadas para ensinar matemática em escolas públicas só para negros do Sul, mas que foram chamadas para servir durante a Segunda Guerra Mundial, devido à escassez de mão de obra, quando a indústria da aviação necessitava de qualquer pessoa que pudesse ajudar. De repente, essas mulheres desvalorizadas até então, encontraram empregos adequados à sua genialidade, e responderam afirmativamente à chamada do Tio Sam e foram para Hampton, na Virgínia, para o fascinante laboratório aeronáutico de Langley.

Mesmo ali, foram segregadas do resto das mulheres porque a Lei na Virgínia assim o estabelecia. Deste modo, esta equipa ajudou de forma excelente a que os Estados Unidos ganhassem a corrida espacial à URSS durante a Guerra Fria.

Esta é a história incrível de um grupo de matemáticas afro-americanas que, com os seus cálculos, ajudaram a NASA e os EUA em alguns dos acontecimentos mais importantes da corrida espacial.

Este livro começa na Segunda Guerra Mundial e desenvolve-se durante a Guerra Fria, o movimento dos direitos civis e da corrida espacial. Elementos Secretos segue a vida de Dorothy Vaughan, Mary Jackson, Katherine Johnson e Christine Darden, quatro mulheres afro-americanas que participaram em vários dos maiores sucessos da NASA. 

É uma crónica de quase três décadas durante as quais essas mulheres enfrentaram desafios, forjaram alianças e usaram o seu intelecto para mudar as suas próprias vidas e o futuro do seu país.


Gostei imenso do trailer do filme baseado neste livro de não-ficção e, por isso, agora tenho interesse em lê-lo. Além disso, nunca fui uma grande leitora de não ficção e, este ano, gostaria de mudar isso. Também quero ler Elementos Secretos (no original, Hidden Figures), porque não sabia que mulheres afro-americanas tinham ajudado a alcançar tão grandes feitos da História dos EUA. É pena não ensinarem isso nas escolas...



E vocês? Têm a vossa carteira preparada para os lançamentos literários de janeiro?




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