quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Teolinda Gersão ganha Prémio Fernando Namora



P.S- O texto aqui apresentado não foi inteiramente escrito por mim, uma vez que apenas reformulei algumas frases, coloquei o que achei que era mais importante. Além disso, recorro a citações do artigo original. Se estiverem curiosos, aconselho-vos a lerem o artigo original, na sua íntegra: http://www.rtp.pt/noticias/cultura/romance-passagens-de-teolinda-gersao-vence-premio-fernando-namora_n859951



Já tinha recebido o prémio em 2001, graças à novela Os teclados. Agora, pela segunda vez, Teolinda Gersão recebe o Prémio Fernando Namora, sendo que os 15 mil euros foram atribuídos à autora devido ao seu romance Passagens.

A edição de 2012. Como podem constatar, juntou-se à novela Os teclados o livro de contos Três histórias com anjos.

A escolha do júri foi "unânime", apesar de ter concorrido um "invulgar número de romances concorrentes, perto de uma centena". Embora não tenham ganho o galardão, o júri destaca "a qualidade literária de muitos deles". Entre os finalistas, encontravam-se João Tordo, Lídia Jorge, António Tavares e H.G. Cancela.

João Tordo, que escreveu Biografia Involuntária dos Amantes e O luto de Elias Gro, foi um dos finalistas do Prémio Fernando Namora.
Em relação ao romance vencedor, o júri afirma que Passagens apresenta "temas de grande atualidade, com um número muito significativo de personagens". Além disso, descrevem o texto como "sóbrio" e "ponderado", sendo capaz de fazer uma crítica social relacionada com a "heterogeneidade das realidades familiares contemporâneas". Acrescenta, ainda, a forma como Teolina Gersão trata os  seus temas através de uma "atmosfera poética".

Teolinda Gersão é a vencedora do Prémio Fernando Namora da edição de 2015.
Passagens, romance publicado pela Sextante a 21 de março de 2014, tem como início um "cenário de luto" que, na realidade, é "um olhar penetrante sobre a vida e a sua complexidade, através de personagens de quatro gerações de uma família".

Sinopse retirada do site da Bertrand:

«Os segredos das famílias. As mentiras, as histórias falsas, que dão origem a memórias falsas.
Os grandes erros que alguém comete, e são pagos pelas gerações seguintes. Mesmo que se queira apagá-los, silenciá-los, estão lá. E voltam à superfície para serem pagos.»

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