sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Opinião: Incarceron, de Catherine Fisher

Estou a ler
Sinopse retirada do site da Bertrand: Imagine uma prisão tão vasta que abrange masmorras, galerias, bosques de metal, mares e cidades em ruínas.

Imagine um prisioneiro sem memórias mas que nega pertencer àquele lugar, mesmo sabendo que a prisão se encontra selada há séculos e que apenas um homem conseguiu escapar.

Imagine uma rapariga condenada a um casamento de conveniência e a viver numa sociedade futurista, vigiada por um sistema sofisticado de inteligência artificial mas concebida à semelhança de um cenário do século XVII.

INCARCERON é a prisão viva que observa tudo o que se passa dentro dos seus muros. Finn é o prisioneiro e Claudia a filha do guardião da prisão, que vive num mundo exterior onde pouco se conhece sobre INCARCERON.

Ao encontrarem uma chave de cristal que lhes permitirá comunicar, os dois engendram um plano de fuga numa corrida contra o tempo. Mas INCARCERON vigia-os e a evasão exigirá mais coragem e tornar-se-á mais difícil do que pensam.





Opinião: Posso dizer que, finalmente, acabei de ler este livro. Realmente, como tenho andado ocupado com a escola, já não sei quanto tempo demorei nesta leitura. Contudo, sei que demorei demasiado tempo, até porque o livro não apresenta um enredo muito complexo e a escrita é bastante simples, não possuindo muitas descrições.
Agora, uma opinião concreta acerca deste livro... Sinceramente, não tenho muito a dizer. Primeiro, ao ler a sinopse, estava à espera de algo mesmo extraordinário, isto é, o resumo apresenta premissas muito boas. No entanto, penso que o livro não ficou acima das minhas expectativas. Aliás, fiquei um pouco desiludida, uma vez que estava mesmo entusiasmada com esta leitura. No início, achei tudo muito interessante, mas quando começou a haver uma maior intervenção das personagens.... Por falar nisso, acho que só gostei de uma, que foi o Jared, o instrutor de Cláudia. O resto, todos eles irritaram-me, apesar de ter gostado do lado desafiador de Claudia, uma personagem que acabou por melhorar ao longo do livro, do seu pai, John Arlex. De resto, para mim, não há nada que se aproveite, nem mesmo Final que é outro protagonista.
Quanto à escrita, é muito simples, mas não a achei muito cativante. Pode haver escritas fluidas e simples, mas que conseguem captar a nossa atenção e formar em nós um enorme entusiasmo. Porém, não senti isso ao ler esta obra.
Em relação ao enredo, na sua generalidade, não achei que fosse muito complexa, tal como o resumo tinha feito parecer, e há muitos acontecimentos previsíveis, havendo um ou outro que era, de facto, uma surpresa. Contudo, não achei que fosse algo tão extraordinário como as reviews presentes na capa do livro relatam.
Concluindo, não estou a dizer que o livro seja péssimo. Apenas, no meu ver, estou mais habituada a enredos mais bem explorados e mais complexos. Ainda assim, aconselho a ler este livro, principalmente aos leitores que queiram algo leve e simples se estiverem muito ocupados com outros planos, tal como me aconteceu nestes dias, devido à escola. Portanto, posso ainda dizer que, para finalizar esta história, irei ler o segundo livro, eventualmente.

Classificação: 6.5/10 estrelas

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