segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Opinião: Direitos de Sangue, de Kristen Painter

Estou a ler
Sinopse retirada do site da Bertrand: Chrisabelle esconde no corpo as marcas douradas e os segredos das comarré - uma raça especial de humanos criada para alimentar a elite de vampiros nobres com o seu sangue rico e poderoso. O destino dela está traçado desde sempre: servir incondicionalmente o seu patrono. Mas quando este é assassinado, a vida de Chrysabelle muda por completo. Finalmente pode ser livre, um sonho que nunca se permitira ter e que depressa se transforma num pesadelo. Ela é a principal suspeita do crime e do roubo de um anel mágico. O anel que a ambiciosa Tatiana está decidida a recuperar, custe o que custar. Chrysabelle atravessa o Atlântico para provar a sua inocência, e nesta demanda o seu caminho cruza-se com o de Malkolm, um poderoso e irresistível vampiro que foi renegado e alvo de uma maldição. Ambos tentam combater a inegável atração que os une. Mas o tempo urge. Ambos têm de unir esforços para travar os planos de Tatiana, que pretende acabar com o mundo tal como eles o conhecem e fundar um reino de trevas. Direitos de Sangue é o primeiro volume da série Casa das Comarré e um best-seller internacional.

Opinião: Posso dizer que este livro é bom em relação ao tema que retrata, que são vampiros e outros seres sobrenaturais. É raro ler livros sobre vampiros (desde a minha desilusão quanto ao Amanhecer), mas gostei deste livro.
Esta obra apresenta uma escrita cativante e repleta de sensualidade. Além disso, nota-se que a autora quis formar os seus próprios seres sobrenaturais, criando elementos novos e poderes fantásticos. Gostei muito da raça das comarrés. São interessantes e poderosas, apesar de serem vistas como objetos ou comida. Portanto, em relação à originalidade do livro, penso que o livro é muito bom. Em relação às personagens, o mesmo não acontece, pelo menos comigo. O elenco não é vasto, mas é moderado para a ação apresentada. São complexas, uma vez que cada uma tem a sua própria história e passaram por muitos maus momentos na sua vida. Contudo, não criei numa empatia por elas, a não ser quanto a Malkolm. Para mim, este é o que mais se destaca na narrativa. Em relação à protagonista feminina, Chrysabelle, não criei nenhum sentimento especial por ela. Aliás, por vezes, sentia-me frustrada com ela por se armar muito e apenas querer mostrar às pessoas que era independente e tudo isso. No entanto, penso que ela foi um pouco tola, já que, na situação decorrente, ela deveria estar preocupada com outras coisas, e não com coisas tão banais. Além disso, ela não tem a noção da situação em que se encontra. Ela é uma comarré e a sua raça tem segredos e, ainda assim, conta esses segredos a qualquer um... Não entendo... Ela tem 150 anos e parece uma jovenzinha tolinha e descuidada....
Porém, acho que o livro apresenta uma história boa e interessante, até porque, mesmo no final, houve surpresas muito boas, já que eram mesmo inesperadas.
Concluindo, para quem anda à procura de livros sobre vampiros, aconselho a leitura deste livro.

Classificação: 7.5/10 estrelas

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