terça-feira, 26 de agosto de 2014

Opinião: À Procura de Alaska, de John Green

Estou a ler
Sinopse retirada do site da Bertrand: Na escuridão atrás de mim, ela cheirava a suor, luz do sol e baunilha, e, nessa noite de pouco luar, eu pouco mais podia ver além da sua silhueta, mas, mesmo no escuro, consegui ver-lhe os olhos - esmeraldas intensas. E não era só linda, era também uma brasa."
Alaska Young. Lindíssima, esperta, divertida, sensual, transtornada… e completamente fascinante. Miles Halter não podia estar mais apaixonado por ela. Mas, quando a tragédia lhe bate à porta, Miles descobre o valor e a dor de viver e amar de modo incondicional.
Nunca mais nada será o mesmo.

Opinião: Eu fico sempre rendida à escrita e à imaginação de John Green! Já li A Culpa é das Estrelas e Cidades de Papel e fiquei sempre com aquela sensação de entusiasmo e alegria no meu coração graças ao brilhantismo desde fantástico autor. Nota-se que ele compreende a mente dos adolescentes e que pretende transmitir aos seus leitores que os jovens não são tolos, são apenas incompreendidos pelos mais velhos. Os jovens ainda têm muito para aprender com a vida, mas também já têm as suas lições e as suas histórias.
Este livro, tal como as duas obras anteriores que eu li, está repleto de palavras sábias e de personagens únicas com mentalidades próprias e cheios de vida. É um livro que nos fala de descobertas: a descoberta do primeiro amor, a descoberta da amizade verdadeira, a descoberta da vida. Fala também da lealdade, da esperança, mas também do sofrimento e do luto. Fala-nos, ainda, do passado, do presente e do futuro. Assim, pretendo dizer que não devemos largar o passado, mas também não nos devemos agarrar muito a ele. O presente é, tal como o próprio nome indica, um "presente", uma dádiva que deve ser valorizada e não desperdiçada. E o futuro, essa "Grande Incógnita". O futuro é, realmente, um mistério, mas nós deveremos desvendá-lo com calma e paciência e, ao longo do percurso, deveremos aprender.
Gostei deste elenco de personagens fantásticas, extraordinárias, únicas! Ri com eles, sofri com eles. Por vezes, até dizia para mim: Quem me dera que eles fossem reais! Pois é, é pena que não sejam!
O mais engraçado acerca deste livro é que esta obra foi a primeira que John Green escreveu. Portanto, desde o início, este autor transmite sabedoria e conforto para os seus leitores. Este homem é, simplesmente, espetacular! E espero que ele escreva mais livros e por muitos anos!
Concluindo, recomendo a leitura deste livro! Claro que recomendo!

Classificação: 10/10 estrelas

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