terça-feira, 22 de julho de 2014

Divulgação: Maya- O romance da Criação, de Jostein Gaarder


Sinopse retirada do site da Bertrand: Nesta sua mais recente obra, Jostein Gaarder levanta o véu a uma série de questões complexas e de difícil resposta. Tomando como ponto de partida a posição actual da Humanidade face à chegada do novo milénio, Gaarder agarra várias linhas condutoras que nos fazem retroceder no tempo e embarcar numa viagem espacio-temporal até ao nascimento do Universo e ao princípio da criação. Simultaneamente, o autor desenvolve um cativante enredo, dotado de uma interminável criatividade, apenas igualável a uma surpreendente e misteriosa caixa chinesa: «Maya» é uma teia formada por vários fios narrativos, muito ao estilo inconfundível do autor de «O Mundo de Sofia». Através de factos históricos e puras fábulas, que se interligam de tal forma que nos parece quase impossível distinguir qual é qual, a narrativa apresentada em Maya supõe, desde as suas primeiras linhas, a revelação de um grande segredo. O enredo começa a tomar forma numa ilha paradisíaca, Taveuni, no arquipélago das Fiji, onde o acaso reúne um escritor inglês, um biólogo evolucionista norueguês e um casal cigano. Mas outros personagens, não menos interessantes, serão chamados a participar como a jovem Laura, uma esposa ausente, um viajante do tempo, um certo quadro de Goya que se encontra no Museu do Prado em Madrid e até mesmo um geco que, na ilha, costuma frequentar nocturnamente as paredes do quarto do biólogo e com ele mantém sapientíssimas conversas cheias de um delicioso e cortante humor. Como sempre, com Gaarder nada é o que parece ser e a leitura deste romance coloca questões quase alucinantes, viaja tão longe como a grande explosão primordial, visitando todo o percurso da evolução até à misteriosa natureza da consciência, criando mundos alternativos, relacionando factos e situações distantes no espaço e no tempo, explorando possibilidades estonteantes, criando enigmas sem aparente solução ou cuja solução está dentro de nós. No fim, esta narrativa resulta poderosa e plena de vitalidade, e Gaarder seduz e maravilha, sugerindo com o seu romance que, sejam quais forem as respostas, a vida é o milagre a celebrar.

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